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Número

Eu, Marta (de agora em diante chamada ¥aca þrofana), da cidade de Porto - Portugal, vaca_vadia@yahoo.com, neste ato solene e de vontade própria, me declaro escrava e submissa para todos os fins à Senhora Årtemis Ðomina, minha Dona, a partir de DATA EM QUE ESTÁ ASSINANDO O CONTRATO.

Sendo escrava de minha Senhora, aceito sujeitar o corpo, espírito e emoções, assim como a vida, que a ela agora pertence. Confiarei cegamente em Minha Dona, serei seu objeto, seu animal e tudo que ela desejar.

DECLARAÇÃO DE SUBMISSÃO

A partir deste momento, declaro dar minha mais completa e total submissão às suas ordens. Mais ainda, entendo perfeitamente que as normas abaixo são estritas e devem ser cumpridas à risca, sob pena de castigos à escolha dela.

Das Obrigações:

  1. Terei orgulho de pertencer a Minha Dona, honrando sempre Seu nome, Sua marca e Sua pessoa.
  2. Serei fiel de corpo e alma.
  3. Obedecerei todas as suas ordens cumprindo-as fielmente, mesmo ELA não estando ao meu lado.
  4. Deixarei de fazer coisas que Minha Dona proibir como se ELA estivesse me vigiando. Aceitarei qualquer tipo de castigo por mau comportamento, para divertimento de Minha Dona ou para meu treinamento constante, e agradecerei sempre pelos castigos que me forem impostos.
  5. Nunca discordarei de Minha Dona.
  6. Manterei Minha Dona informada sempre de meus passos, pensamentos, tarefas e castigos cumpridos, através de relatórios por e-mail, telefone ou qualquer outra forma que minha Dona determine.
  7. Comparecerei pontualmente a todos os encontros com Minha Dona, sendo em chats, telefone, ou pessoalmente desde que marcado com antecedência devido à distância que nos separa.
  8. Mandarei mensagem diariamente pra Minha Dona através de seu e-mail;
  9. Permitirei que Minha Dona me humilhe se for sua vontade e desejo.
  10. Não esperarei recompensa pelo meu bom comportamento que é apenas uma obrigação minha.
  11. Aceitarei usar símbolos de propriedade, escolhidos pela Minha Dona, sempre que esta ordenar. Estes símbolos serão previamente combinados.
  12. Aceitarei atamentos, chicotadas, amarramentos, posições incômodas, algemas, velas, pregadores, vendas, palmadas, cintadas, dildos orais, anais e vaginais, alargadores anais e vaginais, plugs, privações de qualquer natureza, pingos de vela derretida no corpo, trabalhos forçados, encarceramento por tempo determinado ou não, humilhação pública, ou quaisquer outras vontades de Minha Dona e tudo que ELA desejar, agradecendo sempre a oportunidade de servi-la.
  13. Minha Senhora poderá usufruir de meu corpo para sua satisfação sexual sempre que assim desejar, independente de seus atos causarem ou não minha satisfação sexual.
  14. O gozo é um prêmio; a privação dele um castigo que poderá ser usado sempre que Minha Rainha o quizer.
  15. Contarei à Minha Dona, todas as minhas fantasias, e ela analisará se quer ou não realizar.
  16. Minha Senhora poderá me expor sexualmente em público, bem como me emprestar a quem quer que lhe interesse.

Cláusulas Especiais:

As seguintes cláusulas adicionais foram incluídas por bondade e determinação de Minha Dona, e são parte integrante e indivisível deste contrato:

  1. Nada será utilizado que prejudique a saúde física, mental ou moral da escrava.
  2. O limite à dor da escrava será sempre respeitado.
  3. A escrava poderá ser emprestada por Sua Dona para outros(as) Dominadores(as), mas jamais será vendida ou dada como presente.
  4. Quando Sua Rainha não mais lhe quiser, a escrava estará dispensada de sua servidão.

Eu, Marta, concordo antecipadamente com qualquer alteração que Minha Dona, venha a fazer nesse contrato. Qualquer caso omisso será resolvido pela Minha Dona de acordo com sua vontade.

Este contrato é por tempo indeterminado, válido internacionalmente, uma vez que declaro que tive tempo suficiente para ter ciência de todas as suas determinações, podendo ser revogado unilateralmente por Minha Dona, e apenas por ela.

Na cidade de Porto
Aos vinte e um dias do mês de Agosto de 2003
da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
Terceiro ano do Terceiro Milênio.
Proprietária
Årtemis Ðomina
escrava
¥aca þrofana
      
Eu, O Carcereiro, registrei e dou como
verdadeiro este Contrato.